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25 de mai. de 2011

26 de maio - Dia Nacional do Combate ao Glaucoma



Infelizmente o glaucoma não tem cura, e qualquer pessoa pode desenvolver essa doença. Mas algumas pessoas correm mais risco que outras:
Pessoas com mais de 40 anos
Pessoas com casos de glaucoma na família
Diabéticos e míopes com alto grau
Pessoas com pressão intra-ocular elevada
Pessoas que tiveram trauma ocular

Consulte anualmente o seu oftalmologista

NOSSA SAÚDE MENTAL



Todo mundo tem medo e ansiedade. O medo é uma resposta emocional, fisiológica e comportamental a uma ameaça externa definida (p.ex., um intruso ou um veículo descontrolado). A ansiedade é um estado emocional desagradável que possui uma causa menos clara e, freqüentemente, é acompanhada por alterações fisiológicas e comportamentais similares àquelas causadas pelo medo. Devido a essas semelhanças, as pessoas comumente utilizam os termos ansiedade e medo de modo indistinto.

A ansiedade é uma resposta ao estresse como, por exemplo, o rompimento de uma relação importante ou a exposição a um desastre potencialmente letal. Uma teoria defende que a ansiedade também pode ser uma reação a um impulso sexual ou agressivo reprimido, o qual ameaça suplantar as defesas psicológicas que normalmente mantêm tais impulsos sob controle. Portanto, a ansiedade indica a presença de um conflito psicológico.

A ansiedade pode manifestar-se subitamente (p.ex., no pânico) ou gradualmente, ao longo de minutos, horas ou dias. A duração da ansiedade pode ser muito variável, desde alguns segundos até vários anos. Sua intensidade pode variar desde uma angústia praticamente imperceptível até um pânico estabelecido.

A ansiedade atua como um elemento dentro de uma ampla gama de respostas de adaptação que são essenciais para a sobrevivência em um mundo perigoso. Um certo grau de ansiedade provê um componente adequado de precaução em situações potencialmente perigosas.

Na maior parte do tempo, o nível de ansiedade de um indivíduo apresenta alterações adequadas e imperceptíveis ao longo de um amplo espectro de estados de consciência que vai desde o sono ao estado de vigília, passando pela ansiedade e o medo, e assim sucessivamente.

Entretanto, em alguns casos, o sistema de resposta à ansiedade funciona incorretamente ou é superado pelos acontecimentos. Neste caso, pode ocorrer um distúrbio da ansiedade. Os seres humanos reagem diferentemente às situações. Por exemplo, alguns acham que falar diante de uma platéia é algo estimulante, enquanto outros se apavoram à simples idéia de fazê-lo.

A capacidade de tolerar a ansiedade varia muito e, por isso, muitas vezes é difícil de se determinar o que significa “ansiedade anormal”. No entanto, quando ela ocorre em momentos inadequados ou é tão intensa e duradoura que chega a interferir nas atividades normais, ela será então adequadamente considerada como um distúrbio.

Os distúrbios da ansiedade podem ser tão angustiantes e interferir de tal maneira na vida do indivíduo que podem levá-lo à depressão. Alguns apresentam distúrbio da ansiedade e depressão ao mesmo tempo, outros apresentam inicialmente um quadro depressivo e, em seguida, um quadro de ansiedade. Os distúrbios da ansiedade são o tipo mais comum de distúrbio psiquiátrico.

O diagnóstico de um distúrbio da ansiedade baseia-se fundamentalmente nos seus sintomas. Contudo, sintomas idênticos aos de um distúrbio da ansiedade podem ser causados por uma doença (p.ex., hiperatividade da tireóide) ou pelo uso de um medicamento ou de uma droga (p.ex., corticosteróides ou cocaína).

Uma história familiar de distúrbio da ansiedade pode ajudar o médico a estabelecer o diagnóstico, uma vez que tanto a predisposição a uma ansiedade específica quanto a predisposição geral à ansiedade freqüentemente têm um caráter hereditário. É importante realizar um diagnóstico preciso, pois o tratamento varia de um distúrbio da ansiedade a outro.

Dependendo do distúrbio, a terapia comportamental, o tratamento medicamentoso ou a psicoterapia, isoladamente ou combinados adequadamente, podem aliviar significativamente a angústia e a disfunção da maioria dos pacientes.

Fonte: Faz Fácil

15 de jul. de 2010

ODONTOGERIATRIA



capa_caderneta_idoso


A boca merece muita atenção quando falamos em pessoas idosas, porque é um local que de alguma maneira nos mostra como vai a saúde de uma maneira geral.
É preciso ter em mente que a saúde bucal é muito importante, e reflete diretamente na saúde geral das pessoas.
Com o envelhecimento, ocorrem várias alterações na boca, e é preciso que se perca essa idéia de que a idade faz perder os dentes, que a perda de dentes é consequencia da idade...Envelhecer com os dentes na boca é muito importante para o idoso em todos os aspectos, tanto estéticos como funcional, nutricional, psicológico e de saúde geral.
Leve seu idoso ao dentista, não deixe que problemas bucais afetem sua saúde geral.
Hoje em dia já existem especialistas em saúde bucal do idoso e que visam o paciente como um todo, tendo conhecimentos sobre doenças, síndromes, polifarmácia, cuidados gerais com o idoso,etc.
Se seu idoso não pode se locomover, procure um atendimento domiciliar (home care odontológico), mas não deixe de fazer sua prevenção, e se necessário tratamento!






Cuide do seu idoso!


http://odontosc.blogspot.com/

Sheila Rodrigues


COPYRIGHT © FÊNIX O DESPERTAR - SHEILA CRISTIANE
PROIBIDA COPIA PARCIAL OU TOTAL SEM AUTORIZAÇÃO POR ESCRITO

1 de jun. de 2010

31 DE MAIO - DIA MUNDIAL DE COMBATE AO FUMO


Se você é um fumante ou deseja ajudar alguém, o momento chegou!
Existem diversas opções de tratamento à disposição. Desde os tradicionais, como medicamentos, grupos de apoio, campanhas de esclarecimento, publicações com orientações a serem seguidas passo a passo, até os complementares: métodos não invasivos e mais naturais, como acupuntura, auriculoterapia e homeopatia.
A Terapia Floral também pode ser uma aliada valiosa durante o processo de abandonar o vício. É claro que cada pessoa tem suas características e reações específicas, que devem ser levadas em consideração individualmente para um tratamento a longo prazo.

Conheça algumas essências e fórmulas que podem ser úteis no combate ao vício:

Agrimony (Florais de Bach) – indicada para aqueles que buscam nos vícios uma forma de não entrar em contato com os próprios problemas. Em geral são pessoas inseguras, ansiosas, com autoestima baixa, mas que disfarçam seu vazio emocional sob uma fachada de despreocupação e alegria.

Walnut (Bach) – Ajuda a dar o empurrão necessário nos momentos de transição e mudança. A decisão de se abandonar um vício acarreta em uma profunda modificação de hábitos e padrões de comportamento, mexe com sentimentos difíceis e cria uma certa resistência mental, pelo receio de ter que lidar com o que vem pela frente.

Nicociana (Florais de Minas) – obtida a partir das flores da própria planta do tabaco, é ideal para as pessoas que sofrem com inquietude e extrema agitação psicomotora. Em geral, são pessoas aventureiras, que buscam desafios físicos, buscando na excitação externa o sentimento de força e superioridade, mas com uma grande tendência a acumular frustrações e a adquirir vícios. Inclusive, é interessante observar o quanto este aspecto da coragem, da liberdade e da superação dos desafios era ressaltado nas campanhas de cigarro, quando estas ainda eram liberadas. Este floral limpa o campo energético e proporciona um estado de contemplação e harmonia e calma, permitindo um contato mais equilibrado com a nossas questões internas, este sim, o maior desafio que devemos enfrentar na vida.

Buquê da Transformação (Minas) – indicado para a conquista de novas posturas na vida, interna e externamente, ajudando as pessoas a superarem padrões cristalizados de comportamento, que aprisionam e são difíceis de serem superados. É especialmente útil para ajudar aqueles que já tentaram por diversas vezes abandonar o vício, mas sempre acabam recaindo. Fórmula composta pelos florais: Ageratum, Artemisia, Ignea, Jasminum, Millefolium, Origanum,Phyllanthus, Salvia e Silene.
Calmin (Minas) – fórmula que combate o nervosismo, ansiedade, irritabilidade, tensão e qualquer outro sintoma gerado por descompensações emocionais como insônia e dores de cabeça. Portanto, é ótima para o período de abstinência, ajudando a desenvolver a serenidade e a calma necessárias para lidar com as transformações que estão sendo feitas, tanto no corpo, quanto na mente. Composição: Momordica, Mimosa, Lavandula, Fuchsia, Psidium, Impatiens, Ficus, Basilicum e Vervano.

PARE DE FUMAR ENQUANTO É TEMPO!


26 de set. de 2009

No Brasil, estima-se que cerca de 200.000 mortes/ano são decorrentes do tabagismo (OPAS, 2002). De acordo com o Inquérito Domiciliar sobre Comportamentos de Risco e Morbidade Referida de Doenças e Agravos Não Transmissíveis , realizado em 2002 e 2003, entre pessoas de 15 anos ou mais, residentes em 15 capitais brasileiras e no Distrito Federal, a prevalência de tabagismo variou de 12,9 a 25,2% nas cidades estudadas. Os homens apresentaram prevalências mais elevadas do que as mulheres em todas as capitais.
O risco de infarto do miocárdio, embolia pulmonar e tromboflebite em mulheres jovens que usam anticoncepcionais orais e fumam chega a ser dez vezes maior que o das que não fumam e usam este método de controle da natalidade. Calcula-se que o tabagismo seja responsável por 40% dos óbitos nas mulheres com menos de 65 anos e por 10% das mortes por doença coronariana nas mulheres com mais de 65 anos de idade.
Uma vez abandonado o cigarro, o risco de doença cardíaca começa a decair. Após 1 ano, o risco reduz à metade, e após 10 anos atinge o mesmo nível daqueles que nunca fumaram.
Entre as mulheres que convivem com fumantes, principalmente seus maridos, há um risco 30% maior de desenvolver câncer de pulmão em relação àquelas cujos maridos não fumam.

17 de jul. de 2009

PREVENÇÃO DO CANCER BUCAL

AUTO EXAME BUCAL
Se fala apenas de cárie e doença periodontal, que são as principais causas da perda de dentes na nossa população. Porém podem ocorrer outras doenças a nível bucal, de maior ou menor gravidade, e que, diagnosticadas corretamente e precocemente (o mais cedo possível), têm um tratamento mais fácil e melhor em todos os sentidos.
Então, devemos estar atentos para realizarmos periodicamente um exame mais completo de nossas bocas, além do exame de dentes e gengivas. A finalidade deste exame é diagnosticar lesões precursoras de outras doenças, entre elas o câncer.

O que procurar:

Ao realizar o exame procure por:

· Mudanças na cor da pele e mucosa (dentro e fora da boca, nos lábios e no rosto);
· Endurecimentos;
· Caroços;
· Inchações;
· Áreas dormentes;
· Sinais de nascença que aumentam de tamanho (em adultos);
· Regiões brancas ou avermelhadas sobre a mucosa e que não desaparecem;
· Dentes quebrados ou amolecidos.
Como fazer o auto-exame:

Basta um espelho e um local bem iluminado.

1. Verifique a pele do rosto e pescoço. Veja se há algum sinal que não tenha notado antes;
2. Apalpe os lábios (superior e inferior);
3. Afaste a bochecha com o dedo indicador (dentro da boca) e examine sua face interna;
4. Percorra toda gengiva, apalpando-a com a ponta dos dedos;
5. Coloque o dedo indicador embaixo da língua e apalpe todo assoalho da boca;
6. Incline a cabeça para trás, abra a boca o máximo possível e examine o céu da boca e o fundo da garganta. Apalpe o céu da boca;
7. Ponha a língua para fora, e de um lado para o outro e examine-a de todos os lados. Segure a língua fora da boca e apalpe-a em toda sua extensão;
8. Examine o pescoço. Apalpe o lado direito com a mão esquerda e vice-versa;
9. Apalpe por baixo do queixo.
Caso encontre alguma alteração procure seu dentista, ou médico, para que ele possa fazer um diagnóstico correto, esclarecer qualquer dúvida e, se houver necessidade, propor algum tratamento.

2 de jun. de 2008

OS PERIGOS DO PIERCING BUCAL

O piercing é um tipo de adorno que “pode” ser colocado na cavidade bucal, ou em outras partes do corpo. Historicamente foram usados por diversos povos, por motivos culturais, religiosos ou sociais. Atualmente é mais utilizado por adolescentes. A colocação do piercing é uma prática realizada por técnicos que são proibidos por lei de administrarem anestesia e medicamentos, e não conhecem anatomia, fisiologia e patologia da boca ou do corpo.
Há várias complicações que podem ocorrer pela colocação do piercing na cavidade bucal, tais como fratura e desgaste dos dentes, retração gengival, inflamação, infecção, dor, formação de tártaro, mau hálito, excesso de salivação, dificuldade para deglutir (engolir), dificuldade para falar, risco de hemorragias, formação de corrente galvânica(quando em contato com metais de próteses ou amálgama de prata produz uma espécie de choque), alergia ao material do piercing, aspiração da peça, formação de tumores...
Pode ocorrer crises de pressão baixa por Angina de Ludwig (inchaço provocado por infecção aguda na região da garganta), podendo levar ao óbito. Caso o paciente não aceite remover o piercing... Deve ser feita higienização diária da peça com detergente e álcool 70° (após dois meses da colocação) 

A MELHOR OPÇÃO É NÃO USÁ-LO

15 de jan. de 2008

FEBRE AMARELA

O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão descartou epidemia de febre
amarela em entrevista coletiva dada no dia 09 de janeiro, sobre os casos de suspeita de doença que estão acometendo a Região Centro-Oeste do país e afirmou que não faltará vacina. Diante da ocorrência de suspeitas da doença, o Ministério da Saúde resolveu falar sobre o assunto e tirar algumas dúvidas com relação à Febre Amarela, como consta abaixo:

Por que está se falando tanto sobre Febre Amarela?

Atualmente, o vírus da febre amarela circula apenas nas áreas de matas. Não há registro de casos urbanos desde 1942. Por uma ação preventiva, o Ministério da Saúde acompanha todas as mortes registradas de macacos, que são os hospedeiros dos vírus. No final de dezembro, registrou-se morte de macacos próximos de cidades do Distrito Federal e de Goiás. As autoridades, antes dos resultados de exames laboratoriais, chamaram a população para se vacinar, com o objetivo de proteger a população antecipadamente.

Onde a febre amarela está ativa? Quais as áreas de risco?


A febre amarela circula na natureza da região Norte, da região Centro-Oeste, Maranhão e Minas Gerais. Essas são áreas consideradas de risco. Além delas, há as regiões de transição (oeste dos estados do Piauí, São Paulo, Paraná e Santa Catarina) e a de potencial risco (sul dos estados da Bahia e do Espírito Santo).

O alerta do Ministério da Saúde é para quais regiões?

O alerta é para as regiões de Goiás e do Distrito Federal. A medida foi tomada pois macacos morreram próximos das áreas urbanas. A ação é preventiva, para proteger a população. A rede pública está chamando a população a se vacinar.

Como posso me prevenir contra a doença?

A rede pública de saúde possui uma vacina totalmente eficaz contra a doença. Ela é produzida pelo Ministério da Saúde, por meio da Fundação Oswaldo Cruz. A produção brasileira é referencia mundial.

Todos devem tomar a vacina?

A vacina já faz parte do calendário de vacinação básica dos estados onde há risco de contágio e está disponível também no restante do país. A imunização pode ser aplicada a partir dos seis meses de vida. A recomendação de vacinação é para quem vai viajar para as áreas de risco ou quem não tenha se vacinado nos últimos 10 anos e mora nessas localidades.

Eu já tomei a vacina. Preciso revacinar?

A vacina protege a pessoa por dez anos. Ou seja, se você tomou a vacina depois de 1999, não é preciso revacinar. A vacina é totalmente eficaz durante os dez anos.

Se eu não moro na área de risco, preciso me vacinar?

A vacina está disponível nos postos de vacinação de seu Estado. A recomendação é que, se você pretende ir para uma área de risco, vá a um posto de saúde dez dias antes.

Se eu moro na área de risco, mas na região urbana, preciso me vacinar?

Consulte a sua caderneta de vacinação. Se você tomou a vacina há mais de 10 anos, faça o reforço. Se tomou depois de 1999, fique tranqüilo, você está imunizado.

Ao sair do posto de vacinação, já estou imunizado?

Não. O efeito de proteção começa a contar a partir do décimo dia após a vacinação. Ou seja, quem pretende viajar para as áreas de risco deve ir a um posto de saúde dez dias antes.

A febre amarela estava erradicada nas áreas urbanas desde 1942. Como está a situação atual?

Ela continua erradicada nas áreas urbanas. A febre amarela no Brasil tem sido exclusivamente silvestre. Entre 1996 e 2007, o país registrou 349 casos de febre amarela. Todos aconteceram em pessoas que entraram nas matas e não tinham tomado a vacina contra a doença.

Há o risco de a doença se espalhar para grandes centros urbanos como Rio e São Paulo?

Existe uma grande barreira sanitária montada pelo Ministério da Saúde, estados e municípios contra a urbanização da febre amarela. A vacinação é uma mostra deste esforço. Em regiões de risco, a medida atinge mais de 90% da população. Outra mostra é o monitoramento das mortes de macacos. Uma ação sentinela para o risco de infecção de humanos. Isso significa que o Ministério da Saúde e demais autoridades sanitárias tem uma série de instrumentos que evitam o surgimento da doença em áreas urbanas.

Quais os sintomas da doença?

A doença é caracterizada pela febre alta, dor de cabeça, vômito e insuficiência dos rins e do fígado.

Existem contra indicações da vacina?

A vacina contra febre amarela é contra-indicada em crianças com menos de 6 meses de idade; imunodepressão transitória ou permanente, provocada por doenças (neoplasias, AIDS e infecção pelo HIV com comprometimento da imunidade) ou pelo tratamento (drogas imunossupressoras acima de 2mg/kg/dia por mais de 2 semanas, radioterapia etc.); gestação em qualquer fase deve ser analisada; e reações relacionadas a ovo de galinha e seus derivados.

Fonte: Assessoria de imprensa do Ministério da Saúde

Pronunciamento do Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, sobre a febre amarela, em 13/01/08 Estou aqui para tranqüilizar a população brasileira sobre um assunto que está preocupando os brasileiros nos últimos dias. O temor de que esteja ocorrendo uma epidemia de febre amarela no país. Não existe risco de epidemia. O Brasil não tem casos de febre amarela urbana desde 1942. Os casos registrados de lá para cá foram todos de febre amarela silvestre, ou seja, de pessoas que contraíram a doença nas florestas. Desde 2003, a ocorrência de febre amarela silvestre em seres humanos vem caindo gradativamente. Os casos suspeitos estão localizados e restritos a áreas onde algumas pessoas não vacinadas entraram em florestas e matas nas últimas semanas O Ministério da Saúde tomou todas as medidas preventivas para evitar que casos da doença aparecessem antes mesmo da confirmação do caso sob investigação. Montamos uma grande barreira sanitária nas áreas de risco protegendo estados e municípios contra a febre amarela. E, de imediato, convocamos as pessoas que vão viajar ou moram em áreas de mata para tomar a vacina. Se você não mora ou não viajar para estas regiões não precisa se vacinar. Quem já se vacinou pode ficar tranqüilo: o efeito da vacina protege as pessoas durante dez anos. Portanto, só procure os postos de saúde se morar ou for visitar as áreas de risco e nunca se vacinou ou foi vacinado antes de 1999. Mas, lembre-se, tomando a vacina, você estará totalmente protegido após dez dias. O Brasil é o maior produtor mundial de vacina contra a febre amarela. Os postos de saúde estão sendo abastecidos e as autoridades sanitárias estão preparadas para atender a quem realmente precisa tomar a vacina.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Ministério da Saúde - Janeiro/2008

30 de dez. de 2007

DISLEXIA


DISLEXIA



A dislexia é definida como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, a dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula. Pesquisas realizadas em vários países mostram que cerca de 10 a 15% da população mundial é disléxica.

Ao contrário do que muitos pensam, a dislexia não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição sócio-econômica ou baixa inteligência. Ela é uma condição hereditária com alterações genéticas, apresentando ainda alterações no padrão neurológico.

Por esses múltiplos fatores é que a dislexia deve ser diagnosticada por uma equipe multidisciplinar. Esse tipo de avaliação dá condições de um acompanhamento mais efetivo das dificuldades após o diagnóstico, direcionando-o às particularidades de cada indivíduo, levando a resultados mais concretos.

O MEU FILHO É DISLÉXICO?
A prevenção é o melhor remédio. E se é difícil falar deste problema antes da idade escolar, alguns aspectos da criança em idade pré-escolar podem servir de alerta para os pais. Segundo a especialista em Educação Especial e Reabilitação Rita Alambre, da Fundação Renascer, estes são:

• Começar a falar demasiado tarde
• Trocar os sons quando fala
• Não ser capaz de levar uma actividade até ao fim
• Não conseguir reproduzir formas simples ou seguir traçados
• Ser muito descoordenado em termos de movimentos globais ou finos
• Desenhar em espelho
• Ter uma fraca capacidade de percepção dos detalhes
• Não conseguir acompanhar o ritmo com palmas
• Não perceber rimas
Só devem ser fonte de alarme quando acontecem com frequência maior do que a média ou quando as crianças continuam a fazê-lo para além da idade que é admissível e esperado.

O QUE FAZER?

Os maus resultados escolares, os problemas de falta de atenção ou mau comportamento podem ser sinais de dislexia. De acordo com Rita Alambre, quando os identificam, os pais devem:

1 - Falar com a professora e perceber se existem mais alguns problemas dentro da sala de aula, com a aprendizagem, o comportamento ou na relação com os outros colegas

2 - Referir estas preocupações ao pediatra que poderá indicar um especialista para a avaliação adequada

3 - Se ouvir que “está a exagerar” e não se sentir confortável com esta resposta, siga a sua intuição e procure local especializado.

4 - A Associação Portuguesa de Dislexia pode ajudar a encontrar um centro na sua região. Infelizmente a grande maioria é de regime particular, o que implica custos elevados. A Fundação Renascer está preparada para apoiar também aqueles que não têm recursos

5 - Depois do diagnóstico, a criança deverá ser acompanhada individualmente por um técnico especializado, de preferência, que privilegie uma boa comunicação com a família e a escola

6 - Os pais devem ser informados acerca do método que procuram, bem como de todos os outros, e decidir por si qual será o mais adequado. Um bom técnico deve informar, dar a sua opinião, apoiar nas escolhas, mas nunca substituir-se à família nas suas decisões.